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20 de novembro – Dia Nacional da Consciência Negra: Entrevista com a psicóloga Ana Luísa Coelho

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Neste 20 de novembro é celebrado o Dia Nacional da Consciência Negra, data escolhida em alusão à morte de Zumbi dos Palmares, líder de um dos mais importantes quilombos do período colonial brasileiro. Em referência à data, convidamos a psicóloga e membra da Articulação Nacional de Psicólogas(os) Negras(os) e Pesquisadoras(es) – ANPSINEP, Ana Luísa Coelho, para compartilhar suas reflexões sobre Psicologia e relações étnico-raciais. Ana Luísa é mestre em Desenvolvimento, Sociedade e Cooperação Internacional, especialista em Gestão de Políticas Públicas de Gênero e Raça e analista técnica de Políticas Sociais.

“Psicólogas e psicólogos precisam urgentemente enfrentar o debate do racismo, iniciando através de uma escuta interior que antecede a qualquer prática externa. Só conseguimos enfrentar algo a partir do momento em que o reconhecemos e este se torna real.

Ouvi há muitos anos uma frase que sempre guardo comigo: “A Psicologia é o exercício da palavra e da escuta que tem por objetivo transformar a gravidade em leveza!” Esta leveza tem que começar de dentro, eliminando as construções racistas e discriminatórias que temos dentro de nós e oxigenando as reconstruções possíveis que começam a emergir. Precisamos colorir a Psicologia: nos debates, nas teorias, na representatividade, no afeto e no respeito. Viva Zumbi dos Palmares! Viva Dandara!”

Ana Luísa Coelho, psicóloga

Ouvimos falar muito recentemente no Brasil sobre a articulação de psicólogas e psicólogos que buscam entender o impacto das relações étnico-raciais sobre as subjetividades e o sofrimento psíquico de grupos e indivíduos. Como tem sido a relação da Psicologia com essa temática ao longo da história da ciência e o que pode ter provocado os profissionais e estudiosos a se debruçarem sobre o tema?

A nossa cultura patriarcal, misógina e racista interroga, constantemente, a nós, psicólogas e psicólogos, diante dos inúmeros desafios frente às dimensões da escuta que conferem o nosso fazer profissional. O racismo é um constructo social fruto de um imaginário determinante que hierarquiza os seres humanos de acordo com a cor da pele e o pertencimento racial, onde os negros ocupam na escala discriminatória elevado grau de inferioridade e de menos valia atribuído pela sociedade.

A Psicologia, assim como outras ciências que se constituíram a partir de fortes raízes advindas da colonialidade – nas quais o lócus de valorização epistêmica está ancorado no eurocentrismo – compactua com a invisibilidade do racismo nas relações sociais brasileiras e se sustenta na tônica do mito da democracia racial, que estabelece a pseudo-crença de harmonização entre as diferentes raças no país. Isso dificulta o reconhecimento das pessoas como reprodutoras do racismo, uma vez que está arraigado na sociedade e, geralmente, aparece de forma naturalizada e considerado como “brincadeiras”, “apelidos”, piadas etc.

Há vários estudos sobre a percepção da existência do racismo no país que chegam a um mesmo resultado: a grande maioria das pessoas reconhece a existência do racismo no Brasil, entretanto o mesmo contingente expressivo alega não ter preconceito racial. Daí percebe-se que a “matemática” não fecha, e é possível constatar, como aponta Lilia Schwarcz, que “todo brasileiro se sente como uma ilha de democracia racial cercada de racismo por todos os lados”.

Nesse sentido, o racismo não é uma prerrogativa exclusiva da Psicologia e sim da maneira como a sociedade se estrutura a partir de determinados padrões de exclusão social, herança escravocrata e classificação de estética e de valores humanos. Entretanto, o compromisso social estabelecido pelos paradigmas da Psicologia como ciência e profissão ainda persiste na premissa de que indivíduos são seres homogêneos, o que implica em pouco adensamento nas especificidades que compõem os sujeitos e suas subjetividades tais como as questões de gênero, identidade de gênero, raça/cor, entre outras.

Algumas psicólogas e psicólogos têm se movimentado para não consentir com esse silenciamento epistêmico, na tentativa de tirar os profissionais da pseudo zona de conforto e alienação diante da temática racial, e provocar o olhar e a escuta qualificada às subjetividades dos negros e negras. Embora haja um grande esforço de um pequeno contingente, ainda são iniciativas pontuais de interesses, sobretudo, de profissionais que também estão imersos na subjetividade de quem carrega consigo a marca da cor da pele negra.

A Articulação Nacional de Psicólogas(os) Negras(os) e Pesquisadoras(es) – ANPSINEP é uma importante iniciativa nacional (com núcleos estaduais, assim como no Distrito Federal do qual eu faço parte) que busca a mudança de paradigmas com o intuito de pautar a Psicologia e as relações raciais como forma de enfrentamento ao racismo na sociedade brasileira e fortalecer o compromisso de mobilizar a categoria e o público em geral na discussão sobre os impactos do racismo na construção da subjetividade e nas relações interpessoais.

É uma semente plantada que, aqui no Distrito Federal, o núcleo existe desde setembro de 2016, isto é, pouco mais de um ano, no entanto tem assumido várias frentes de discussões, reflexões e debates acerca das relações raciais e das subjetividades da psique humana em decorrência do racismo e das distintas formas de opressão.

Podemos perceber que, com o avanço de legislações sobre a temática racial no país, conjugada com a persistente luta do movimento negro em suas diferentes vertentes e a diferença de profissionais da Psicologia e sociedade em geral que trazem à tona a valorização da negritude, a pauta tem sido cada vez mais difundida, fazendo com que a sociedade comece timidamente a ter que se implicar, desmistificando conceitos e preconceitos em relação às questões raciais brasileiras.

Como a discussão que se tem feito acerca do racismo vem sendo cada vez mais recorrente, a Psicologia, partindo do seu compromisso ético e político com o exercício da profissão, não pode mais se eximir ou passar ilesa deste debate tão caro para a sociedade brasileira.

Nos diferentes contextos de atuação da Psicologia, seja na clínica, nos departamentos de RH ou nas políticas públicas, de que forma a falta de domínio do profissional no que tange às relações étnico-raciais pode influenciar no trabalho que é desenvolvido por ele?

Primeiro para falarmos da atuação da(o) profissional de Psicologia é preciso olhar para a formação acadêmica dos estudantes e discutir a composição curricular dos cursos de Psicologia. É possível afirmar que a maioria de nós psicólogas(os) não cursou (e arrisco dizer que ainda hoje é assim) praticamente nenhuma disciplina, ao longo da graduação, que abordasse teorias e práticas com o foco nas relações raciais, no sofrimento psíquico em decorrência do racismo, na saúde mental da população negra, ou até mesmo na utilização de autoria negra de profissionais da área ou correlatos.

Essa ausência de conteúdos formativos reflete diretamente no fazer profissional, que produz um silenciamento ou negação da temática racial. E quando a escuta não está aberta para toda a gama que envolve as demandas dos sujeitos negros, imersos neste nosso sistema racista e patriarcal, pode acarretar em mais uma violência sofrida, minimização ou apartação do que é exposto.

O racismo institucional atribui a grupos raciais um lócus de desvantagem ou desigualdade em decorrência de sua raça, resultando no não acesso a serviços, ou mesmo de forma não qualificada, com falta de atenção, de interesse ou negação do atendimento a essa população.

Toda psicóloga e todo psicólogo que de maneira consciente ou inconsciente, por ação ou omissão, que contribui para a propagação do racismo seja na formação acadêmica, nas políticas públicas, nas empresas ou no manejo da clínica, deve estar ciente da implicação estruturante para a vida dos indivíduos e também (des)encadeamento ético, político, moral e criminal.

Kabengele Munanga, ao refletir sobre o silenciamento em relação às questões raciais no país, afirma que o racismo brasileiro é “um crime perfeito, pois além de matar fisicamente, ele alija, pelo silêncio, a consciência tanto das vítimas quanto da sociedade como um todo”, em outras palavras torna-se algo infalível uma vez que apenas a vítima sabe o que ocorreu, mais ninguém.

Diante do cenário de polarização vivido com mais intensidade no Brasil nos últimos anos, tem sido recorrente a publicação de notícias envolvendo casos de intolerância religiosa a diversos grupos e, com frequência, a seguidores de religiões de matriz africana. Como a Psicologia pode e tem se inserido nesse contexto? É possível uma contribuição mais incisiva no sentido da promoção da diversidade e da garantia de direitos no país?

O enfrentamento ao racismo tem exigido uma série de esforços não só de profissionais da Psicologia, mas também da sociedade como um todo, em virtude da complexidade que o preconceito e a discriminação racial vão se conformando na contemporaneidade.

Nossos corpos negros estão alijados da condição digna de humanidade, juntamente com a nossa cultura, os nossos valores e as nossas crenças. Tudo isso está intrínseco nas relações sociais produzidas e reproduzidas culturalmente que impedem de pensar o outro para além de um olhar acerca de si mesmo.

Até pouco tempo atrás, a prática dos cultos religiosos de matriz africana no Brasil era considerada ilegal. No início do século XX, a mediunidade e o transe eram tidos como distúrbios psiquiátricos associados à esquizofrenia e a sintomas histéricos.  Dessa maneira, o imaginário construído no país sobre as religiões de matriz africana se constituiu por meio de narrativas perversamente associadas a estereótipos negativos de cunho maléfico, insano, nocivo e desvairado.

A Psicologia certamente pode contribuir com a ressignificação da intolerância religiosa, chamando a atenção para a alteridade e como esta se contrapõe aos nossos anseios narcísicos.  Desocultar os preconceitos intrínsecos à nossa construção psíquica é um grande desafio. É buscar compreender a importância da reconstrução de espaços da territorialidade africana, o respeito à ancestralidade negra e às tradições orais, considerando, assim, que existem diferentes manifestações religiosas que se circunscrevem nas construções identitárias dos diversos grupos. Como afirma Maria Lúcia da Silva, é fundamental “ouvir o outro a partir do seu contexto histórico”.

Nota de repúdio: Intolerância religiosa e a perseguição à psicóloga Fariba Kamalabadi

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Por Marta Helena de Freitas

Caracterizada como uma atitude mental de inabilidade ou ausência de vontade para reconhecer e respeitar as diversas crenças religiosas de terceiros, a intolerância religiosa tem sido, ao longo da história, acompanhada de muitas outras decorrências danosas à saúde mental e às relações humanas, tais como: prisões ilegais, espancamentos, torturas, execução injustificada, negação de benefícios e de direitos e liberdades civis, terrorismos, destruição de propriedades, incitamento ao ódio, preconceitos, discriminações, bullying, humilhações em público, dentre tantas outras formas de desrespeito e grande barbaridade.

O Conselho Regional de Psicologia do Distrito Federal (CRP 01/DF), por meio da sua Comissão Especial de Psicologia e Religiosidade, vem a público repudiar caso paradigmático de intolerância religiosa ocorrido no Irã com a psicóloga Fariba Kamalabadi. Nascida em 13 de setembro de 1962 em Teerã, permaneceu durante 10 anos sob encarceramento, tendo sido libertada da prisão aos 55 anos com a idade, mas ainda correndo o risco de sofrer novas perseguições.

A psicóloga afirma acreditar que “hoje toda a sociedade iraniana sabe que ficamos presos por 10 anos sem culpa e totalmente sem evidências ou provas”, referindo-se à própria prisão e a de mais outros tantos colegas que professam a religião Bahá’í no Irã. Tiveram seus direitos de expressão religiosa profundamente desrespeitados e de um modo profundamente perverso e ilegal, que buscou se esconder por trás da acusação mentirosa de agentes do governo iraniano de que estavam todos envolvidos em ações de corrupções naquele país.

O CRP 01/DF manifesta publicamente o repúdio a este ato de violação aos direitos humanos, não apenas em solidariedade à psicóloga Kariba Kamalabadi, mas também pelos danos decorrentes desta ato, que compromete a saúde mental de todos os perseguidos e também de toda a população de um país onde as pessoas não podem expressar publicamente as suas opções de cultivo à espiritualidade, segundo suas crenças e segundo seus próprios modos de se organizarem existencialmente. Todo mundo conhece e pode identificar pelos princípios que são defendidos e divulgados pela Religião Bahá’í que não se trata aqui de nenhuma seita destrutiva ou que venha a contaminar a humanidade com ódio ou desavenças. Pelo contrário, trata-se de uma religião profundamente pacífica, que só tem procurado estimular o amor e a compreensão entre os povos.

Espera-se que os governantes de nosso país se manifestem contrariamente a este ato, colocando como condições de manutenção às parcerias com aquele país o exercício ético e o respeito aos direitos humanos para com todos os seus cidadãos, revertendo de uma vez por todas qualquer atitude de perseguição contra aqueles que não compartilhem a religião defendida por aqueles que hoje ocupam o poder como governantes de Estado.

Marta Helena de Freitas é professora doutora e pesquisadora do Programa de Pós-Graduação em Psicologia da Universidade Católica de Brasília – UCB. É também coordenadora da Comissão Especial de Psicologia e Religiosidade do CRP 01/DF.

CRP 01/DF articula criação da Comissão Especial de Psicologia e Religiosidade

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Objetivo é promover estudos, debates, eventos, pesquisas e ações que favoreçam o diálogo e a compreensão da temática

A conselheira presidente do CRP 01/DF, Andreza Sorrentino, esteve reunida na manhã desta sexta-feira (10) com as pesquisadoras do tema Psicologia e religião, Dra. Marta Helena de Freitas e Dra. Nicole Bacellar Zaneti, e com o também pesquisador em literatura e espiritualidade, Dr. Wiliam Alves Biserra, para discutir a criação de uma nova comissão especial do Conselho – Comissão Especial de Psicologia e Religiosidade. Também esteve presente na reunião a assessora do Centro de Referência Técnica em Psicologia e Políticas Públicas (Crepop), Cristina Trarbach.

O objetivo da nova comissão é promover estudos, debates, eventos, pesquisas e ações que favoreçam o diálogo e a compreensão de uma temática que vem ocupando um lugar cada vez mais significativo na formação e atuação da(o) psicóloga(o) em diversas áreas, em especial no Brasil, onde mais de 95% da população alega pertencer a uma religião ou acreditar em alguma dimensão transcendente, segundos dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Como tal, a referida comissão trabalhará também em articulação com outras comissões deste regional que tratam de temas transversais e que impactam na atuação das(os) psicólogas(os) e respectivas implicações éticas. A pretensão é dialogar com temáticas correlatas, tais como: laicidade, ética na atuação profissional, direitos humanos, diversidade cultural, sexualidade e questões de gênero, saúde física e mental, educação e compromisso social.

Mais informações sobre o lançamento oficial da comissão serão divulgadas em breve.

Acompanhe os canais de comunicação do seu Conselho e contribua para os avanços da Psicologia!

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CRP 01/DF marca presença na abertura do Simpósio Nacional em Socioeducação

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Evento segue até sexta-feira (10) no Parlamento Mundial da LBV

O Conselho Regional de Psicologia do Distrito Federal (CRP 01/DF), representado pela conselheira Vanuza Sales, esteve presente nessa quarta-feira (08) na abertura do Simpósio Nacional em Socioeducação.

Com o tema “A escolarização e o atendimento socioeducativo em perspectiva”, o simpósio está sendo realizado até sexta-feira (10) no Parlamento Mundial da LBV, e reúne profissionais, estudiosos, gestores públicos, adolescentes em cumprimento de medida socioeducativa, egressos e suas famílias para discutir possibilidades e estratégias para a socioeducação no Brasil, política que conta com grande contribuição de psicólogas e psicólogos.

O evento é organizado pela Universidade de Brasília (UnB) em parceria com o Governo de Brasília (GDF) e o Conselho dos Direitos da Criança e do Adolescente do Distrito Federal (CDCA/DF), órgão colegiado do qual o CRP 01/DF é membro como representante da sociedade civil.

CRP 01/DF dá as boas-vindas aos novos psicólogos e psicólogas

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Cerca de 50 profissionais receberam a carteira de registro na solenidade do mês de novembro

A cerimônia de entrega de carteiras ocorreu na manhã desta quarta-feira (08), no auditório da sede do Conselho Regional de Psicologia do Distrito Federal (CRP 01/DF), onde os profissionais recém-inscritos no órgão de classe receberam também informações sobre o funcionamento do Sistema Conselhos, bem como orientações a respeito do exercício ético e legal da profissão.

Quem conduziu a solenidade foi a conselheira presidente do CRP 01/DF, Andreza Sorrentino, ao lado do presidente da Comissão de Orientação e Fiscalização (COF), Fábio Alvino, da conselheira Mérian Borges e da psicóloga fiscal da COF, Marcela Ribeiro, que trataram ainda sobre o projeto político da atual gestão, apresentando as comissões temáticas e enfatizando a importância da participação da classe profissional no avanço da Psicologia enquanto profissão.

O CRP 01/DF parabeniza as psicólogas e psicólogos recém-registrados:

ALAN DE PAULA CAVALCANTE – CRP 01/20414
ALICE MARTINS PEDERIVA – CRP 01/20391
BEATRIZ MACHADO WILLMAN SAAR – CRP 01/20415
CAMILLA LEITE DE SÁ – CRP 01/20392
CAROLINA GONTIJO RIBEIRO – CRP 01/20362
CAROLINA KNIHS DE CAMARGO – CRP 01/20401
CAROLINA MARIA DE OLIVEIRA ALMEIDA DA SILVA – CRP 01/20397
CATARINA MATOS DA COSTA – CRP 01/20390
CELIA CRISTINA MENDES GATINHO – CRP 01/20357
CRISTIANE CARVALHO ROCHA – CRP 01/20407
CYBELLI DE SOUZA MUCHOLOWSKI – CRP 01/20396
DAIANE NEVES DIAS – CRP 01/20347
DANIELE SOUZA COELHO – CRP 01/20360
EMILY REBECCA SANTOS DA SILVA – CRP 01/20398
FABÍULA ROCHA DE SOUZA – CRP 01/20352
FLÁVIA MOTTA FONSECA – CRP 01/20400
GEISE CAMPELO FERREIRA – CRP 01/20335
HELENA ISABEL MARTINS BRANDÃO – CRP 01/20377
ILMA GORETTI PINHEIRO DE SOUSA – CRP 01/20366
JAQUELINE DA CUNHA CAMILO – CRP 01/20386
JOÃO AUGUSTO LOURENÇO ATAIDE – CRP 01/20393
JOSUÉ FRANCISCO RIBEIRO – CRP 01/20402
KAUÃ CARDOSO TAVARES – CRP 01/20367
KELLE ATHILA PEREIRA SOARES – CRP 01/20358
LORRAYNE LEANDRO GALDINO DE QUEIROZ – CRP 01/20370
LUCAS EMMANUEL ALVES DE LARA – CRP 01/20412
LUCAS RAULINO DE SOUZA RIPPEL – CRP 01/20403
MARIA GORETTI CEZAR AZEVEDO – CRP 01/20411
MARIA LUIZA BARBOSA AMORIM DOS SANTOS – CRP 01/20373
MARIA SALLÍA MÉLO OLIVEIRA LIMA – CRP 01/20406
MARIANA GERMANO MAIA – CRP 01/20409
MARIANA SARAIVA LEÃO LEITE DA SILVA – CRP 01/20375
MIRLENE MATOS DE SOUZA PEREIRA – CRP 01/20364
NARAYANNE MACHADO FIGUEIRÓ – CRP 01/20376
NATASHA LOURENE PRATA QUEIRÓS – CRP 01/20385
OTTO MENDONÇA – CRP 01/20339
PATRICIA OLIVEIRA BARBOSA DOS REIS – CRP 01/20330
PAULO VICTOR MADUREIRA NUNES COSTA – CRP 01/20383
PRISCILA LIMA COELHO – CRP 01/20408
RODOLFO ANTUNES MARANHÃO – CRP 01/20388
RODRIGO ANTONIO DE OLIVEIRA SOUZA – CRP 01/20356
ROSA CLAUDIA FELIPE E SILVA – CRP 01/20399
ROWENA CARRACA NEVES – CRP 01/20394
SHAYANNE MOTA FERREIRA – CRP 01/20410
THATIANE OLIVEIRA TAVARES – CRP 01/20371
THAYUANE ALVES DUARTE – CRP 01/20404
VIVIANE RIBEIRO DOS SANTOS – CRP 01/20354
WAISLA VÂNDELA OLIVEIRA DE LIMA – CRP 01/20368
YASMIM BEZERRA MAGALHÃES – CRP 01/20387

Mesa de debate sobre bullying: Dia 22 de novembro, às 19h30, no CRP 01/DF

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A Comissão Especial de Psicologia na Educação (PSINAED) do CRP 01/DF, em articulação com as psicólogas e os psicólogos da Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF), tem a satisfação de convidá-la(o) para mesa de debate com lançamento de livro.

Bullying: escola e família enfrentando a questão

22/11 | Quarta-feira | 19h30 | Auditório do CRP 01/DF

A mesa tem o objetivo de qualificar o debate sobre a temática, chamando atenção para a fundamental instrumentalização dos agentes de educação, bem como o desenvolvimento de ações que possibilitem a construção de uma cultura de diálogo, baseada em princípios de tolerância, respeito à diversidade e paz.

Debate com as autoras Raquel Gomes Manzini e Angela Uchoa Branco

Público-alvo: Piscólogas(os), professoras(es), pais, estudantes de Psicologia de mais interessadas(os).

Nosso auditório fica no mesmo andar da nossa Sede, porém à esquerda da saída do elevador.

Projeto coordenado por Psicólog@s ganha Prêmio Inova Brasília por atuação voluntária no Sistema Socioeducativo

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O reconhecimento é uma conquista importante para a Psicologia e para o CRP 01/DF, que tem o coordenador do projeto como membro da sua diretoria

            Na noite desta quinta-feira (26), o projeto é  coordenado pelo professor de psicologia e conselheiro secretário do Conselho Regional de Psicologia do Distrito Federal, Vitor Barros, e pelas psicólogas da Secretaria de Políticas para Crianças e Adolescentes do DF, Tatiana Nardoni, Carolina Brandão, Carolina Yoshii, Joelma Pereira e Danielle Pinto. O projeto ganhou o primeiro lugar do Inova Brasília, prêmio que disputou ao lado de mais 17 finalistas. A premiação aconteceu no Cine Brasília e é uma iniciativa do Governo do Distrito Federal para reconhecer iniciativas inovadoras desenvolvidas por servidores do governo de Brasília. O projeto Clínica do Trabalho do Servidor na Medida Socioeducativa, contemplado na categoria Valorização do Servidor, consiste em escuta qualificada de trabalhadores das unidades de atendimento do Sistema Socioeducativo do DF como forma de diminuir adoecimento por transtornos mentais no trabalho.

            Para Vitor Barros, esta é uma vitória da Psicologia e, sobretudo, da Psicologia Organizacional e do Trabalho, área à qual ele se dedica. “Eu estou comemorando coletivamente, por todos nós que tentamos falar para os empresários: ‘nós temos um trabalho legal e que realmente dá resultados’. Sinto que a conquista desse prêmio demonstrou isso!”, celebra o coordenador, que recebeu o troféu ao lado da equipe do projeto. “É importante para mostrar que a Psicologia tem, sim, como ajudar e tem como solucionar problemas, além de inovar e valorizar pessoas dentro das organizações”, frisa.

               A equipe da Clínica do Trabalho do Servidor na Medida Socioeducativa é formada por 21 voluntários entre psicólogos, alunos de psicologia e servidores. Estavam presentes no evento as servidoras da Secretaria de Estado de Políticas para Crianças, Adolescentes e Juventude do Distrito Federal Tatiana Nardoni, Carolina Brandão, Carolina Yoshii e Joelma Pereira, da Diretoria de Saúde Mental (DISAM) e Danielle Pinto, coordenadora das Unidades de Atendimento ao Meio Aberto.

               Além da categoria Valorização do Servidor, o Inova Brasília também premiou três outras categorias: Atendimento ao Cidadão, Uso Eficiente dos Recursos Públicos e Práticas Transformadoras. Os vencedores receberam, além do troféu, uma quantia em dinheiro, que poderá ser investida no mesmo projeto ou em outro do mesmo cunho.

 

Roda de consultoria convida estudantes e profissionais de Psicologia para discutir relações organizacionais

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Evento foi realizado em parceria com a Associação Brasileira de Psicologia Organizacional e do Trabalho (SBPOT)

O Conselho Regional de Psicologia do Distrito Federal (CRP 01/DF), em parceria com a Associação Brasileira de Psicologia Organizacional e do Trabalho (SBPOT), realizou na última quarta-feira (25) a 1ª Roda de consultoria com o tema relações organizacionais.

Na oportunidade, as psicólogas Fabiana Queiroga e Maurikeli Teles analisaram um caso apresentado à Comissão Especial de Psicologia Organizacional e do Trabalho do CRP 01/DF, envolvendo situação-problema de uma instituição de ensino superior da região.

Com os profissionais e estudantes presentes, as psicólogas discutiram formas de enfrentamento a práticas de assédio, agressões físicas e outros comportamentos dentro da empresa selecionada para a consultoria. “Quando eu começo a observar indicadores de alta rotatividade e outras situações contraproducentes na organização, não há mais dúvidas de que tenho que implementar mudanças na cultura organizacional, ou seja, naquele conjunto de valores presentes naquela casa”, observou a consultora e vice-presidente da SBPOT, Fabiana Queiroga.

A empresa que enviou a situação-problema receberá um relatório com a junção das possibilidades de intervenção, bem como orientações de manejo com indicadores críticos organizacionais.

A roda de consultoria foi transmitida na íntegra em nossa página na plataforma Facebook e pode ser acessada em: https://www.facebook.com/crp01df/videos/1981130868583226/.